sábado, 2 de abril de 2016

Respeito à autonomia

BIOÉTICA

Resumo do Primeiro princípio da Bioética: Respeito à autonomia do livro Bioética de Darlei Dall ' Agnol.




Segundo o livro Bioética de Darlei Dall ' Agnol o campo da Bioética está dividido em quatro princípios nos levando a dialogar sobre o primeiro princípio: o Respeito à autonomia.
Esse conceito apresenta questões importantes em relação ao respeito a escolha do paciente apresentando uma preocupação em mostrar o valor do enfermo e não o preço navegando de forma breve pelo conceito da moral. Todavia, o princípio frisa a vontade do paciente no sentido em respeitar suas opiniões, ou seja, respeito à autonomia estaria em apresentar diversas formas de tratamento para que o mesmo possa escolher de acordo com os seus valores, convicções e crenças.
Nesse princípio citado temos outros pontos importantíssimos que são falar a verdade; a privacidade dos outros; proteger as informações que o profissional possa vir a ter do paciente e acima de tudo focar no consentimento. Dando ao mesmo o direito de escolha, afinal autonomia significa também decidir, isto é, se o paciente tem a capacidade de discernir sobre suas escolhas o mesmo possuirá meios racionais em tomar decisões de como deve ser tratado. Claro que esta ação se diz aos pacientes que estão capacitados; caso o paciente não possua tais condições de discernimento deve o profissional convocar a família para que o princípio possa ser justo e válido.

Os pontos que foram tratados acima nos mostra a importância da execução desse princípio ao campo ético, pois tanto profissional quanto o paciente podem trazer para o debate suas opiniões sobre o tratamento proposto.

Fragmentos do discurso do Prof. José Tarcízio Diniz - Presidente do II Simpósio Cearense de Homeopatia e I Fórum Norte/Nordeste de Homeopatia, em abril de 2009.

Foi no serrado. As pombas foram atacadas pelos agricultores e elas reagiram produzindo mais ovos e mais filhotes. Foram contra atacadas. Mais ovos e mais filhotes... Mais destruição no contra ataque. Foi uma luta sangrenta.
Foi assim também com os gafanhotos, formando nuvens imensas, se reproduzindo loucamente, sem limite, numa estratégia desesperada de sobrevivência.
Era uma vez um mosquito, que de tanto ser atacado insiste em continuar mosquito. Mas o homem tem que ser homem e precisa se adaptar... Mas como? Que tal mudar de estratégia? Que tal usar uma velha estratégia, já muito bem conhecida de todos nós, e que terminamos por esquecê-la... Trata-se de prevenção, PREVENÇÃO!!! Mas uma prevenção que também contemple o HOMEM, aumentando sua resistência, sua refratariedade ou sua imunidade. PASTEUR descobre a bactéria. As estratégias terapêuticas passaram a apoiar-se na identificação do agente etiológico e na busca de um antibiótico que pudesse destruir a bactéria. Simples assim. Se há uma doença, há um agente causador. Temos que destruí-lo. No hospital de Maracanaú aprendi que a tuberculose era causada pelo bacilo de KOCK. Algum tempo depois tomei conhecimento de que a tuberculose seria uma doença social, causada pela fome. Aprendi também que a monília tinha que ser atacada e destruída. Agora não, a monília é vista e compreendida como um hospedeiro natural do nosso corpo e que temos que conviver em harmonia com ela.
Acontece também com a bactéria, de tanto ser atacada, teve que resistir, se adaptar, para sobreviver.
Quer dizer, existem outras variáveis em jogo. No fim de sua vida PASTEUR já havia compreendido este fenômeno e avisa: MAIS IMPORTANTE QUE A BACTÉRIA, QUE OS GERMES, É O TERRENO.
Todos nós sabemos disto. Porque não usamos esta estratégia contra a DENGUE? Vamos nos preocupar mais com o terreno que alberga o vírus. Por que não cuidamos deste terreno e o tornamos hostil ao vírus da DENGUE? Ora, mas não existe vacina... Certo, não existe vacina. E para que servem as medicinas complementares? A homeopatia sempre obteve resultados satisfatórios na luta contra epidemias: dengue, cólera, febre amarela...
Se eu ataco o inimigo sempre da mesma maneira, ele se defenderá cada vez melhor, mas se atacamos o dito cujo, vez pela direita, vez pela esquerda, o mesmo terá dificuldade de se proteger. Aumentaremos nossas chances de sairmos vencedores. Precisamos atacar o problema pelo lado humano, também, não só pelo lado do mosquito. São José do Rio Preto fez isto, com bons resultados. Cuba repetiu com melhores resultados ainda. Macaé , no Rio de Janeiro avançou nessa luta, colocando o medicamento homeopático na mão do agente de saúde, fazendo prevenção em massa.... A Turquia nos seqüestrou a Dra. Laila Nunes, de Macaé. A mesma não está conosco hoje, aqui, porque foi convidada por aquele país para montar o esquema de prevenção que a colega usou em Macaé. A homeopatia tem uma estratégia para tratar e para prevenir a DENGUE.

Palestra: Como melhorar sua imunidade em tempos de ZIKA.






Palestra: como melhorar sua imunidade em tempos de ZIKA.


Prof. Adjunto da UFC. Aposentado-Departamento de Psicologia.
Médico Psiquiatra, Psicodramatista, Psicoterapeuta.
Homeopata, Naturopata e Prof. de Biodança
Local—Instituto gaia

Data: 20 de abril19 horas
Local: Instituto Gaia, Rua José Vilar, 964 – Aldeota Mais informações: (85) 3244-6743 – 3224-9770


quinta-feira, 14 de maio de 2015

Esclarecimento à população - A Homeopatia na Epidemia de Dengue

Diante da grave situação observada nesta epidemia de dengue a Associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB) vem a público esclarecer sua posição como entidade representativa dos Médicos Homeopatas brasileiros:

1. A dengue é uma epidemia causada por vírus veiculado por um mosquito, o Aedes aegypti que representa o verdadeiro inimigo a ser combatido por todos os cidadãos brasileiros.

2. Para conhecer melhor esta epidemia e como combater o mosquito recomendamos o site www.dengue.org.br

3. Ainda não existe nenhum tratamento de eficácia cientificamente comprovada na prevenção da dengue.

4. Entretanto, a Homeopatia vem, há décadas, utilizando com sucesso algumas substâncias medicamentosas nas epidemias de dengue.

5. Alguns trabalhos científicos demonstraram que a utilização de forma associada dos medicamentos Eupatorium perfoliatum, Phosphorus e Crotalus horridus em doses dinamizadas produzem bons resultados quando utilizado de forma complementar às ações preventivas e orientações estabelecidas pelo Ministério da saúde no tratamento da dengue.

6. Aconselhamos que em caso de suspeita de dengue se procure um médico para que ele avalie o caso, diagnostique e determine o tratamento, inclusive o tratamento complementar pela homeopatia no qual existem medicamentos indicados aprovados pela Anvisa, que são aplicáveis no caso de dengue.

7. Lembramos que, para qualquer caso de doença – inclusive as epidêmicas - o melhor tratamento homeopático é o que utiliza o medicamento individualizado para cada caso e isso só deve ser feito, após criteriosa e competente avaliação clínica de um Médico Especialista em Homeopatia.

Comissão Científica e de Saúde Pública da AMHB

Obs.: Para maiores informações ver “Nota Técnica Sobre Abordagem da Dengue em Comunidades”: http://www.amhb.org.br/conteudo/372/0/-nota-tecnica-sobre-a-abordagemhomeopatica-da-dengue-em-comunidades.html

terça-feira, 17 de março de 2015

Curso sobre Educação Emocional

O Instituto Gaia agradece sua presença na palestra do Dr. Tarcízio Diniz, Homeopata e Psiquiatra, atento às reflexões e práticas que levem à prevenção, qualidade de vida e saúde.

Aproveitamos para compartilhar artigo recente do Dr. Diniz sobre o conteúdo proferido e anunciar a abertura das inscrições diretamente no Instituto Gaia do curso Educação Emocional, que se inicia no dia 9 de abril, quintas-feiras, a partir das 19h30.

Datas: dias 9,16, 23 e 30/4 e 7/5/2015 Valor: Máximo: 25 alunos.
Local: Instituto Gaia, Rua José Vilar, 964 – Aldeota Mais informações: (85) 3244-6743 – 3224-9770 - institutogaia@gmail.com

Observações da clínica diária nos levam a crer que a maioria das disfunções e doenças são de natureza emocional. Agravantes: Os doentes crônicos terminam apresentando, também', problemas emocionais: os fatores emocionais geralmente complicam o estado clínico dos pacientes clínicos. Portanto, a educação emocional pode ter função preventiva de problemas psicológicos ou clínicos e ajudar na recuperação de pessoas com a saúde comprometida.

Há necessidade uma melhor compreensão do estresse e do seu manejo, um entendimento ampliado das "doenças da civilização", maior investimento em auto cuidado e auto estima, conhecer e manejar bem nossos mecanismos de defesa preferidos, trabalhar com amor, relaxar e brincar, se divertir. Soltar nossa espontaneidade e nossa criatividade reprimidas. Buscar o amor: amar e ser amado. Faremos uma viagem buscando entender melhor nossa personalidade, nosso comportamento, nossos relacionamentos, satisfação profissional e muitos 
outros aspectos do nosso dia a dia, do nosso viver.

Buscaremos informações na Psicanálise, no Psicodrama, Teoria da Comunicação, Etologia e outros ramos do conhecimento.

Qual nosso desejo? Que você se conheça um pouco mais, melhore sua qualidade de vida e não adoeça tanto. Em suma, viver bem, FELIZ! Que nossa saúde, alegria e felicidade contagie todos os nossos contatos.

"A doença não pega você,
você a constrói."

Hermógenes

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Curso de Educação Emocional

O Instituto Gaia tem a honra de convidar você para a palestra gratuita do médico homeopata e psiquiatra Dr. Tarcízio Diniz, no próximo dia 25/2 na sede do Instituto, às 19h30. A palestra abordará aspectos fisiológicos e
psicológicos que se antepõem ao que pode ser considerada uma vida saudável em mente e corpo, quais são os cuidados e informações que precisamos acessar para exercitar esta visão de saúde mais abrangente.

Para os interessados em se aprofundar no tema, haverá também o curso Educação Emocional em vários encontros, a partir do dia 5, 12 e 26/3 e 2 de abril.
O principal objetivo do curso é contribuir para a promoção da saúde e evitar as disfunções e doenças emocionais. Numa exposição de cerca de 60 minutos com 30 de diálogo a cada encontro, o curso utilizará como
referencial principal o psicodrama, buscando abordar temas como “Quem ama não adoece”, estresse, dentre outros.


Serão também abordados mecanismos de defesa, tanto fisiológicos quanto psicológicos, a fisiologia do Ego, classificação das personalidades.

Local: Instituto Gaia
Rua José Vilar, 964 - Aldeota
Mais informações: (85) 3244.6743 - 3224.9770 – institutogaia@gmail.com

domingo, 21 de dezembro de 2014

História da Psiquiatria no Brasil

No Brasil de 1839, quando o Dr. Luiz Vicente De-Simoni escreveu sobre a “Importância e necessidade da criação de um manicômio ou estabelecimento especial para o tratamento dos alienados”, hospícios de alienados organizados como serviços médicos existiam apenas nos sonhos e nos discursos de alguns ilustres facultativos.

O primeiro hospício brasileiro propriamente dito, o Hospício Pedro II, levou cerca de dez anos para ser construído, e o suntuoso edifício da Praia Vermelha foi inaugurado em 1852. Tanto as articulações políticas que levaram ao decreto da fundação, quanto a mobilização social em torno da construção do hospício foram conduzidas por José Clemente Pereira (1787-1854), magistrado português de destacada atividade política no Primeiro e Segundo Reinados.

Somente a partir de 1884, com a instalação das cátedras de Psiquiatria nas Faculdades de Medicina da Bahia e do Rio de Janeiro, o estudo das doenças mentais passou a constituir um ramo à parte da patologia interna e não mais unido a outras enfermidades.

Seu funcionamento guiava-se pelos princípios do isolamento, vigilância, distribuição e organização do tempo dos internos, com vistas à repressão, controle e individualização”. As intervenções dos Psiquiatras da casa sofreram grande influência das ideias de Pinel que propunham afastar o louco do que era considerada a fonte de suas loucuras, ou seja, a família, a sociedade e seus hábitos de forma geral.

Sob essa perspectiva, a psiquiatria pretendia exercer controle sob as problemáticas pelo ordenamento do espaço urbano. Tinha autoridade para punir e banir os desajustados. Buscaram combater o alcoolismo, o jogo, a prostituição e o crime.

O estigma contra doenças mentais ainda é uma grande barreira contra o desenvolvimento da psiquiatria no Brasil atual: a saúde mental continua sendo um assunto alheio ao universo de muito dos brasileiros, e o tratamento psiquiátrico tanto público quanto privado têm um longo caminho a percorrer.


Entretanto, já se pode observar um grande avanço na perspectiva da sociedade brasileira em relação à doenças mentais, conforme a psiquiatria e ciências associadas se desenvolvem e destroem preconceitos e crenças. A psiquiatria, em pequenos passos, está deixando de ser uma ferramenta de controle de “insanos” e criminosos, e passando a ser peça importante para a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros.